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quarta-feira, 25 de março de 2015

Travar guerra na internet será um tiro no pé para governo e PT

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Para estrategista em marketing, travar guerra na internet será um tiro no pé para governo e PT

Gabriel Rossi acredita que a estratégia irá acelerar o processo de degradação do governo

O governo Dilma Rousseff sofre sequenciais confrontos, tanto no legislativo quanto nas ruas, com movimentos pró-impeachment. Escândalos de corrupção, o já julgado Mensalão seguido do Petrolão. Inflação alta. Rejeição, segundo avaliação de pesquisas. E o governo passou a adotar uma postura de culpar a área de comunicação por todos estes problemas. A saída adotada seria, segundo o divulgado pela imprensa, ampliar a “guerra na internet”. “Será um tiro no pé. A estratégia, se concretizada, tende a trazer mais animosidade ao PT e à presidente”, afirma o estrategista em marketing Gabriel Rossi.

Rossi avalia que transformar a internet em um campo de batalha é acelerar a degradação da imagem do governo e que, no momento, não existem ações de marketing e comunicação que possam reverter a má imagem. “Fatores econômicos e ligados à corrupção são intransponíveis na mente do cidadão. Não existem fatores de convencimento, apenas por meio da comunicação, suficientes para que essas pessoas mudem de opinião neste momento.”

Na opinião do especialista, Dilma erra em achar que apenas uma presença maior na internet possa ajudar a opinião popular sobre sua gestão. “O primeiro passo para um país melhor é a presidente fazer um mea culpa e reconhecer o momento. Outro ponto a ser considerado é que Rousseff peca nos dois principais alicerces de um presidente: não apresenta qualidade de liderança, nem viabilidade das propostas. Não é apenas comunicação e a internet que resolverão isso. Ambos podem ajudar, desde que haja o que mostrar, desde que uma base de mudanças esteja construída”, finaliza.

Fonte: Atelier de Imagem e Comunicação
Via MaxPress
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terça-feira, 4 de novembro de 2014

A morte, a antagonista da Vida - Caso Brittany Maynard

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Por Alexandre Bez, Psicólogo e Especialista em Relacionamentos, fala sobre a morte assistida 

Foto reprodução Internet


Essas últimas semanas vimos em todos os veículos de comunicação noticias sobre a jovem Brittany Maynard, que aos 29 anos descobriu um tumor no cérebro em estágio avançado, responsável por tirar sua vida em meses. Ao saber de todo o processo que sofreria em seus últimos dias de vida a jovem decidiu realizar o suicídio assistido no dia 01 de novembro de 2014.

“A morte infelizmente existe e assim como o nascimento, configura-se como uma das poucas certezas na vida não seguindo nenhuma fórmula, sendo em alguns casos repentino ou esperado. Esse caso dividiu opiniões, pois envolvia algumas crenças religiosas de grupos que acreditam somente em um Deus capaz de tirar a vida do ser humano”, explica Alexandre Bez, Psicólogo, Escritor e Especialista em Relacionamentos.

O caso de Brittany teve uma grande repercussão nos Estados Unidos e reabriu o debate sobre o suicídio assistido no país. O suicídio assistido é legal somente em cinco estados americanos, por isso a jovem, que vivia em Oakland, na Califórnia, se mudou junto com sua família para o Oregon para colocar em prática sua decisão de tomar medicamentos que pudessem abreviar a sua vida.

Não cabe a nós, enquanto pessoas saudáveis discutir o que é controversa ou não, como também tentar mudar a decisão de uma pessoa que sofria com dores imensuráveis de uma doença incurável e progressiva. As mesmas pessoas que reclamam da sua atitude em adiantar seu processo terminal deveriam reclamar de leis mais severas para assassinos que liquidam a vida de pessoas saudáveis.

“Esse assunto não compete à religião e nem deve ser julgado. Brittany pode morrer em paz cercada de seus familiares e amigos em sua residência e devemos respeitar que cada um tem suas próprias questões desejos e personalidades próprias, portanto o ingrediente que deve constar sempre em todas as pessoas é o respeito e a compreensão de todos os envolvidos”, conclui Alexandre Bez.
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quarta-feira, 7 de março de 2012

A importância da Mulher na Sociedade por Alexandre Bez

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Dia Internacional da Mulher: data simboliza vitória diária e luta contínua

 Psicólogo e Escritor Alexandre Bez destaca a importância da mulher na sociedade

Felizmente, ser mulher na atualidade difere-se por completo do que foi há décadas. Hoje em dia, as mulheres desfrutam de uma posição muito mais privilegiada pois conquistaram o espaço que merecem na sociedade, ocupam cargos jamais imaginados antes e desempenham tarefas que eram consideradas somente masculinas. O universo feminino mudou, e para melhor, assim como o que os homens pensam à respeito dessa condição. O momento, certamente, é delas!

A transformação efetiva da presença da mulher na sociedade começou na década de 90, com a bem sucedida revolução feminista e tem progredido consideravelmente a cada geração. Foi a partir deste momento que a figura da mulher começou a ser valorizada, conquistando seu espaço e independência com respeito. Ainda existem lugares onde a mulher não possui importância como ser humano e continua sendo desrespeitada, sem voz ativa e sem poder de decisão dentro da família ou trabalho. O grau de inferioridade é estabelecido de uma forma tão enraizada que ela nem conhece seus direitos de contestação e, por isso, permanece nessa condição retrógrada em pleno século XXI.

Hoje e sempre, a abertura comportamental feminina, assim como é vista pela sociedade, deve ser valorizada e garantida. A mulher tornou-se imperativa, agindo de forma absoluta em suas vontades, desejos e opiniões próprias. Dessa forma, a presença feminina deve estar consolidada todos os dias nos mais variados segmentos sociais, tanto nas relações como no trabalho. Atitudes de um passado inaceitável como maus tratos e limitações profissionais não devem repetir mais.

Entretanto, ser mulher implica em uma série de coisas que não podem ser abdicadas. A mulher atual e moderna sabe lidar com as diversas tarefas do dia-a-dia, e não deixa de atuar como mãe, dona de casa e esposa, além de trabalhar. Talvez isso seja o fator mais positivo que as diferencie dos homens, a capacidade natural de ser sensível e corajosa ao mesmo tempo. E a chave do segredo é realizar tudo com muito equilíbrio, mantendo a individualidade, sem esquecer do poder de sedução e beleza interna que a faz ser completa. A luta é diária e todo dia é o “dia da mulher”.



Alexandre Bez, Psicólogo especializado em Relacionamentos pela Universidade de Miami e Síndrome do Pânico pela UCLA, autor do romance psicológico INVEJA – O Inimigo Oculto (Editora Juruá).

Fonte: Aline Alhadas - Assessoria Márcia Stival
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terça-feira, 6 de março de 2012

Conheça as características da pele sensível e seus cuidados

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Conheça as características da pele sensível e seus cuidados

Por Dr. Jardis Volpe*

Ao contrário do que muita gente acredita, pele sensível não é sinônimo de pele seca. Em outras palavras, mesmo quem tem a cútis oleosa ou mista não está livre do problema. Ela também não escolhe a idade e o gênero e pode aparecer a qualquer momento. A sensibilidade é uma condição que pode atingir qualquer tipo de pele. A conhecida como sensível não é um tipo em si, mas uma condição que pode acometer tanto as pessoas de peles normais e mistas quanto oleosas e secas.

Como saber, então, se a sua pele está em condição sensível? Preste bem atenção à maneira como ela reage aos estímulos internos e externos. A pele sensível reage de forma excessiva aos estímulos internos e externos a que é submetida: facilmente responde com vermelhidão, ardor, descamação, fissuras, procedimentos inflamatórios, coceira, entre outras reações.

A causa

Os fatores externos que podem desencadear ou agravar a sensibilidade da pele vão desde as variações climáticas até os hábitos de higiene excessivos ou inadequados. Há outros fatores que podem contribuir para o desencadeamento do processo, como variações climáticas naturais e artificiais, ar-condicionado, poluição atmosférica, aumento da exposição solar, além das condições do tratamento da água que consumimos. Hábitos como o excesso de banhos, água muito quente, barbear, depilar, esfoliar também são agressões mecânicas que acabam sensibilizando a pele.

Os cuidados devem ser redobrados, pois quanto mais sensível a pele, piores as consequências. Em curto prazo, a sensibilidade excessiva causa sensação de desconforto. A longo prazo, ela causa perda da vitalidade, firmeza, brilho e flexibilidade, além de aparência de envelhecimento prematuro e aparecimento de finas linhas de expressão e rugas.

Os cuidados

Para quem sofre com a sensibilidade da pele, é recomendado ficar bem atento aos rótulos dos produtos de cuidados diários. Evite o uso de sabonetes alcalinos, loções alcoólicas, produtos abrasivos, ácidos de frutas (AHA), tensoativos e produtos perfumados. Deve-se destacar ainda a importância de usar somente serem usados produtos dermatologicamente testados e mesmo assim, deve ser feito o teste de sensibilidade. Este consiste em aplicar o produto no antebraço por alguns dias, observando o aparecimento de alguma manifestação alérgica. O que melhora esse tipo de pele são produtos que agem como antiinflamatórios, pois não existe tratamento para deixar a pele menos sensível e sim cuidados para que ela não fique mais sensível.

O uso de sabonetes, por serem ricos em tensoativos, pode piorar a sensibilidade. Muitas vezes, tônicos com substâncias calmantes à base de extratos orgânicos podem ser eficientes na limpeza da pele, sem a necessidade do uso de sabonetes. Novos avanços da indústria cosmética permitiram incorporar a filagrina, proteína importante na integridade da camada córnea em sabonetes e hidratantes. Esse avanço pode trazer um impacto positivo no tratamento das peles sensíveis.

A hidratação é um passo essencial para a pele sensível, principalmente em períodos do ano com baixa umidade ou durante o inverno. Essa etapa pode ser feita com produtos à base de ceramidas, ácido linoleico, aquaporinas e silício. Um dos ativos que mais utilizo na minha prática diária é o Hidroxiprolisilane, ativo hidratante rico em silício. O uso da ureia deve ser avaliada, pois ela pode agravar condições de hipersensibllidade dependendo da dosagem empregada. Os veículos devem ser escolhidos de acordo com o tipo predominante de pele. E este é o maior desafio para o dermatologista e o farmacêutico: quando nos deparamos com peles oleosas e ao mesmo tempo hiperreativas.

O protetor solar também é importante nos cuidados diários de uma pele sensível, desde que seja livre de parabenos e deve ser utilizado mesmo em dias nublados, pois a pele sensível pode sofrer recaídas por conta das radiações ultravioletas. O protetor químico é bem tolerado, mas quando este se torna incômodo, lançamos mão de protetores 100% físicos, com partículas micronizadas de zinco e titânio.

Dicas Importantes

Ao recomendar cosméticos para uma pela sensível, leve em consideração algumas dicas úteis:

1) Escolha maquiagens em pó quando possível.
Cosméticos em pó não são apenas grandes aliados na remoção de brilho. Eles também têm muito poucos conservantes e contêm ingredientes mínimos que podem causar irritação na pele. Isto significa que cosméticos em pó são muito menos propensos a causar problemas com pele sensível do que cosméticos em líquido.

2) Evite cosméticos à prova d'água.
Os cosméticos à prova d'água, como o rímel por exemplo, exigem um solvente para removê-los, que também remove o sebo, a substância oleosa feita pelas glândulas sebáceas da pele. Sem esta barreira oleosa, a pele é exposta a substâncias irritantes potenciais que podem causar irritação.

3) Jogue fora os cosméticos vencidos.
As mulheres devem manter o controle de datas de validade de cosméticos e jogar fora todos os itens que já passaram da validade. Produtos vencidos podem estar contaminados e ainda piorar a sensibilidade da pele. A expectativa de vida padrão de alguns produtos incluem: um ano para bases e batom; de três a quatro meses para máscara, e dois anos para pó e sombras. Também é importante lavar pincéis e esponjas com regularidade, uma vez que podem abrigar a sujeira e germes, o que irá agravar a pele sensível.

4) Use delineador de cor preta.
Mulheres com pele sensível devem usar o delineador de cor preta em contraponto com os coloridos, pois o preto é o menos alergênico de todos os corantes.

5) Atenha-se a sombras em tons de terra.
Tons mais claros da terra, tais como creme, bege ou branco, parecem causar menos irritação da pálpebra superior em mulheres com pálpebras sensíveis. Por outro lado, é possível que a maior concentração de pigmentos em cores mais escuras como azul marinho pode causar uma reação adversa.

6) Opte por produtos com bases vegetais. Produtos ricos em substâncias minerais têm uma maior tendência à sensibilização e a ser mais comedogênicos. A indústria cosmética absorveu ativos com selos orgânicos, que podem significar menos irritação para peles sensíveis.

7) Verifique os ingredientes de seu protetor solar.
A recomendação correta é o uso diário de um protetor solar de amplo espectro com um Fator de Proteção Solar (FPS) 15 ou superior. Para as pessoas com pele sensível, opte pelo protetor solar físico, com partículas micronizadas de zinco e titânio.

8) Use produtos que não contêm mais de 10 ingredientes. Simplificando: quanto menos ingredientes em um produto, menor o risco de irritação ou sensibilização. Menos é mais.

9) Evite esmaltes.
Esmaltes são ricos em produtos químicos que podem causar alergia à pele.

10) Use maquiagem com base de silicone.
Enquanto o pó é o preferido para proteger a pele sensível, as mulheres que preferirem uma base líquida devem procurar uma com silicone, que não causa acne e tem baixo potencial alergênico.

*Dr. Jardis Volpe é médico dermatologista formado pela USP. Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Sociedade Americana de Laser, atua na Dermatocosmiatria e é diretor médico da Clínica Volpe e com atualização em Laser pela Universidade de Harvard

Fonte: CI Cosmetic Ingredients
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Reality Shows: Pressão e confinamento podem deixar sequelas emocionais em participantes

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Monique BBB12 (Reprodução/TV Globo)
Pressão e confinamento dos reality shows podem deixar sequelas emocionais em participantes

Psicólogo e escritor, Alexandre Bez, alerta para distúrbios psicológicos causados por esse tipo de programa

Boa parte dos candidatos que se propõe a participar de reality shows não leva em conta se esta psicologicamente preparado para encarar essa aventura. O equilíbrio emocional é pré-requisito fundamental para que o individuo encare desafios como os apresentados neste tipo de programa e cause uma boa impressão. A exclusão da vida em sociedade, convivência com pessoas desconhecidas, e ser vigiado e julgado por milhões de pessoas, são as principais barreiras a serem combatidas e as que exercem mais pressão sobre os confinados.

Nos casos em que o participante não apresenta uma condição condizente, eventuais contratempos podem surgir, tornando a experiência não tão agradável, desde transtornos emocionais, gerando algum tipo de compensação, ou os fictícios, que são reais apenas para quem os tem. Podemos usar como exemplo a Monique, do BBB12, que vem se queixando de ter engordado. Para isso, existem várias explicações como:

- Esta sem atividade física adequada ou as que são praticadas não são suficientes devido sua rotina dentro da casa.

- Pode ter entrado na casa com esse peso e somente agora se dado conta que esta fora de forma.

- A tristeza e abatimento geram aumento da sua compulsão alimentar como mecanismo de defesa do ego: a compensação.

- A baixa-estima contribui para o aumento de peso.

Desde que a saúde não seja comprometida, não há problemas em engordar alguns quilinhos. Se o indivíduo (normalmente as mulheres) não se sente bem, o importante é não entrar em pânico e fazer dietas radicais que acabam prejudicando ao invés de ajudar. 




Alexandre Bez, Psicólogo Especializado em Relacionamentos pela Universidade de Miami e Ansiedade e Síndrome do Pânico pela UCLA, também autor do romance INVEJA – O Inimigo Oculto (Editora Juruá).
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Tirania da moda: Por Raquel Valente Fulchiron *

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Tirania da moda 

Por Raquel Valente Fulchiron *

A moda é um fenômenoefêmero, nasce e morre constantemente e numa rapidez insensata. Quando começamos a nos identificar com seu jeito, ela já propõe algo novo e instigante. Nesse processo, o sistema atual está passando por uma transformação normal. Para ser moda tem que renovar sempre.

Especialistas desse mercado pensam que estamos vivenciando uma crise. Para mim, não. São movimentos que fazem parte do sistema. A polêmica e o debate são peças dessa engrenagem que propulsionam a continuidade da moda.

Cíclica até na sua forma de apresentação, o formato atual da moda teve início no final dos anos 1980. E olha que até que está durando bastante... Na década de 1960, os desfiles eram tão importantes como hoje – em grandes espaços, para muitos espectadores e celebridades, como os famosos eventos da Rhodia (empresa francesa de fibras) na Fenit (Feira Nacional da indústria Têxtil).

Já nas décadas de 1970 e 1980, falar em desfile era totalmente “fora de moda”.
Tudo era realizado com um objetivo mais profissional, sendo que o mais importante era o cliente e as vendas. Somente nos anos 1990 é que a Semana de Moda ganhou o caráter de espetáculo, com plateia e grande público, deixando de lado o aspecto "negócios".

Claro que temos muitos problemas específicos. Copiamos modelos de tudo, ainda somos iniciantes no ramo. Não temos uma identidade própria, imitamos receitas estrangeiras. Ou seja, falta profissionalismo em nossas ações.

Para se expandir, a moda brasileira precisa de calendário interno e outro para a exportação. Necessita, também, se organizar para competir. Potencial não nos falta.

Os estilistas tem que produzir constantemente novas ideias. Só com equipe de criação é possível dar continuidade sem saturação da criatividade. O papel do estilista é provocar o mundo, os desejos e propor sempre algo novo diferente e instigante. Como já diria o sociólogo Roland Barhtes: "A MODA É TIRANA".

* Raquel Valente Fulchiron é coordenadora do curso de Moda da Faculdade Santa Marcelina.
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Dieta, um outro conceito

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Comportamento Alimentar: Dieta, um outro conceito

Por Lia Ades Gabbay*/Especial para BR Press

Quero falar de algo que acho fundamental para que qualquer tratamento para perda de peso seja possível e dê resultados mais duradouros: a POSTURA frente à decisão de emagrecer, as ATITUDES iniciais, que incluem pensamentos.

A primeira coisa a se fazer é repensar o conceito de DIETA. Abrir mão de ter prazer em comer está tão vinculado à palavra dieta que tem gente que não se sente em dieta se não estiver comendo muito pouco ou apenas coisas que não gosta! Ou seja, só se sente em dieta quando está sofrendo!

É comum uma paciente orientada por uma nutricionista competente desconfiar da eficácia da dieta que foi preparada especialmente para ela, com paladar personalizado, justamente por ser apetitosa. "Fazer dieta é ir para a forca", já ouvi várias vezes.

Sinceramente, quem em sã consciência vai para a forca por vontade própria, e se mantém na forca por um período considerável de tempo? Eu não. Nem ninguém.

'Pecado' da gula
Crenças muito comuns são repetidas e incorporadas: "Quem quer emagrecer tem que passar fome", "trancar a boca", etc., ressaltando o caráter punitivo da restrição alimentar. Talvez por causa do significado moral associado ao peso na nossa sociedade – quem é gordo é visto como moralmente fraco, inferior, inclusive por ele próprio. Assim, entrar num processo de perda de peso precisa significar, também, uma expiação do pecado da gula.

As pessoas pensam em dieta, também, na base do tudo ou nada. Ou faço, ou não faço: "Se comi um doce, estraguei tudo, não estou mais de dieta, vou relaxar, então, e começar de novo na segunda-feira". Vêem dieta como um conceito estanque, A DIETA, com letras maiúsculas.

Manutenção
Neste ponto de vista, começar uma dieta significa "começar tudo de uma vez", modificar o que se come, quando secome, com quem se come... Manter uma dieta significa manter tudo perfeito sempre, "se não, dizem que não adianta".

Honestamente, um processo iniciado com essas ideias por trás dura, no máximo, o tempo de uma empolgação momentânea. Ou seja, está fadado ao fracasso.

É claro que a gente vai precisar fazer mudanças, comer menos de algumas coisas, mais de outras... Mas o que temos que ter em mente é que as mudanças sãodifíceis como qualquer mudança, porque não estamos acostumados aos novoscomportamentos. Temos hábitos, e somos muito apegados a eles!

Prazer modificado

Quer dizer, você pode pensar: "Eu só tenho prazer comendo do jeito que eu como hoje". Não é bem assim. Até o prazer pode ser aprendido e modificado. É que a gente não se abre para isso, não damos a chance de gostarmos de um outro jeito de comer.

Muitas vezes escuto pacientes que fizeram dieta dizendo: "Eu até estava gostando da nova forma de me alimentar, estava me sentindo muito bem com os exercícios. Mas aí parei por causa de...". Ou seja, a dificuldade está na manutenção dos novos comportamentos e atitudes por tempo suficiente para que se tornem hábitos. Não necessariamente no desprazer com a nova relação com o alimento e com a atividade física. Pense nisso.

Decisão prórpria

Sei que é difícil, mas o tratamento para a perda de peso deve ser encarado como uma ESCOLHA, como uma atitude consciente e não como algo forçado de fora, contra a nossa vontade, "porque somos azarados e nascemos com essa tendência a engordar", ou "porque somos descontrolados e não temos força de vontade, por isso merecemos ser punidos".

A decisão por perder peso deve ser encarada como uma perspectiva de mudança, não apenas em termos de dieta alimentar, mas de bem estar, qualidade de vida, de gostar mais de si mesmo.

A dieta, se for vista como castigo, se for vista como necessariamente desprazerosa, se for vista como obrigação, não como escolha, se for vista como "tudo ou nada", nem adianta começar!

Na verdade, comer bem, de forma saudável, não significa não ter prazer em comer. Em vez de dieta, falemos então em reeducação alimentar: um processo de mudanças gradativas, persistentes. Um passo de cada vez é o segredo do sucesso, comprometendo-se sempre com algo possível, para que amanhã o nosso possível seja muito maior.

(*) Lia Ades Gabbay é psicóloga, com especialização em Psicologia do Comportamento Alimentar, Transtornos Alimentares e Obesidade. Fale com ela pelo e-mail colunistas@brpress.net , pelo Twitter @brpress e/ou Facebook.

Fonte: BrPress / Reprodução
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No divã com René Junior de “Fina Estampa”

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Falsos perfis na internet: No divã com René Junior de “Fina Estampa”

Por Alexandre Bez – Escritor e Psicólogo

No mundo virtual podemos ser quem gostaríamos de ser ou se passar por qualquer pessoa que nos faça sentir confortáveis e realizados emocionalmente. Essa zona de conforto traz uma tranquilidade psíquica, mascarando nossa real personalidade e características individuais. A fantasia nos permite sonhar sem medos e pudores dentro da perspectiva virtual e adquire proporções estratosféricas que são barradas quando se chocam com a realidade.

Podemos definir a fantasia como um processo o qual a imaginação assume o controle do indivíduo de acordo com seus interesses pessoais, por intermédio do seu aparelho psicológico que ativa o estado imaginário dos desejos. A mesma atua através das construções imagéticas durante o período diurno e se manifesta na forma dos sonhos também, à noite. Mas, o ato fantasioso atinge uma dimensão ainda mais profunda quando feitas criações de “personagens imaginários” por meio da internet nas páginas de redes sociais.

A exemplo dessa prática, destacamos o personagem René Junior da novela “Fina Estampa” que ilustra perfeitamente toda descrição realizada a respeito do assunto. Assim como outras pessoas, o rapaz molda um perfil falso criado na internet a partir da manifestação de suas vontades e intenções, de modo não condizente com a realidade vivida. Nas palavras do Psicólogo Especializado em Relacionamento Alexandre Bez: “Na internet, todo cuidado é pouco. Ao utilizar a ferramenta funcional do mundo virtual, o sonhador assume personalidades que vão se deparar com a realidade, e o perigo é quando se percebe o confronto”. Esse choque ficou muito claro em “Fina Estampa”, onde o personagem aproveita ainda para abordar as mulheres na rua após o fracasso do encontro e tirar fotos montadas, assim podia mostrar aos colegas de escola seu falso êxito.

O perigo configura-se em fantasiar uma vida irreal, onde teoricamente você está escondido das suas reais características físicas, cronológicas e mentais. Portanto, todo cuidado deve ser levado em conta, principalmente quando a questão envolve mentes ainda em formação, no caso, adolescentes, sem contar todos os perigos existentes na rede em relação a menores de idade. Na novela tudo acabou bem, exceto o castigo imposto a personagem Carolina, jovem que sonhou em juntar a mãe com Juan através do recurso das redes sociais, e acabou sem internet. Mas, a melhor maneira de conscientizar sobre a atividade virtual é mostrar a necessidade de usar com responsabilidade o mecanismo da internet, precedido por uma esclarecedora e tranquila conversa, esclarece Bez.

Alexandre Bez, Psicólogo especializado em Relacionamentos pela Universidade de Miami e Síndrome do Pânico pela UCLA, acaba de lançar seu primeiro romance psicológico INVEJA - O INIMIGO OCULTO" (Ed. Juruá).
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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Saiba como cumprir suas metas em 2012

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O final do ano denota o fim de um ciclo e o início de outro. Por isso, é natural que as pessoas olhem para trás e avaliem o que foi feito, fazendo um balanço geral dos acontecimentos e, a partir daí, digam o que farão, comprometendo-se com novas promessas. Entre as mais comuns destacam-se as famosas dietas, um novo emprego, a fluência em um novo idioma, novos relacionamentos, etc.

Mas, fazer promessa é fácil, o difícil é cumpri-las e viver um novo ano de maneira diferente. Segundo a palestrante comportamental e coach Tália Jaoui, isto ocorre, pois os indivíduos não conseguem cumprir tais metas por não acreditarem nelas. A especialista ainda brinca que as pessoas costumam traçá-las durante as comemorações, após beberem algumas taças de champanhe. “Se a pessoa esperou até o último dia do ano para querer aquilo, é porque não é tão forte, certo? Se quer tanto, comece no meio do ano! Pode até começar no dia 20 de dezembro. Funciona mais ou menos como as dietas, que começam na segunda e acabam na quinta-feira. Não precisa esperar até o dia 31 de dezembro para fazer isso”, ensina Tália Jaoui.

Em resumo, para que tudo dê certo, é necessário trilhar um planejamento, analisando os prós e contras de cada promessa e o que fará para atingir o objetivo. “De nada adianta querer e pensar, e não tomar atitudes em direção as metas”, resume a palestrante.

Uma pessoa que quer emagrecer, por exemplo, deve levar alguns fatores em consideração. Quer emagrecer de verdade? O que você vai ganhar com isso? E o que vai perder, além de quilos? Como vai fazer? Como saberá se está no caminho certo? Quer perder quantos quilos em quanto tempo? Como você irá mensurar o resultado? Ou seja, se deseja mesmo iniciar no dia 1º de janeiro de 2012, faça seu planejamento agora.

Além do planejamento, outro estímulo bastante importante é você imaginar a situação, tendo a meta conquistada, como se fosse hoje.

Além disso, a coach reforça que é necessário ter persistência, já que as coisas não costumam mudar de rumo só porque um novo ano foi iniciado. “Comece agora. Dê um basta ao mundo das idéias e da imaginação e comece a colocar tudo em prática. Deixe para meditar no chuveiro e não enquanto sua vida passa pelo seu nariz”, aconselha Tália Jaoui.

Comece seu 2012 agora! Verifique se sua meta é possível de ser realizada, comprometa-se, verifique a importância disso para você e o que te impede de realizá-la. Se você não acreditar em você, quem vai acreditar? Vamos em frente!
Feliz 2012!

Sobre Tália Jaoui:
Tália Jaoui é palestrante na área comportamental, coach, possui formação em educação física, psicologia e especialização em PNL (Programação Neurolinguística); e é também autora do livro -“Cogito Ergo Sum – Penso, logo existo”, com 44 crônicas redigidas a partir da observação de fatos e comportamentos de pessoas do mundo inteiro. Hoje, além de ser diretora da Dhuma – Desenvolvimento Humano, Tália também realiza coaching, palestras e cursos fazendo uma curiosa relação entre condicionamento físico e mental. Todo trabalho desenvolvido por ela é baseado em quatro pilares: comportamento humano, comunicação, qualidade de vida e evolução. Com temas cotidianos e abordados com facilidade e de forma didática, Tália Jaoui garante - “Mudamos o comportamento de sua empresa”. www.taliajaoui.com.br

Via MaxPress
Fonte: MKT House Comunicação Integrada
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Artigos: Quando o tempo é uma impressão

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* Por Tália Jaoui

Sabia que eu já vendi tempo? Isso mesmo. Certo dia, pensei o que eu tinha de sobra para vender para quem necessitasse. Tempo. A pessoa comprava uma hora do meu tempo e eu fazia o que ela precisasse. Fazia compras no supermercado, levava idosos ao médico, fazia orçamentos, telefonava para os serviços de atendimento ao consumidor das empresas para resolver aqueles problemas que não se resolviam antes do quadragésimo segundo minuto. Resolvi vender tempo, porque tempo é algo precioso, que as pessoas já não têm e quando têm, estão com tanta pressa que não aproveitam de forma satisfatória. Quando elas percebem, lá se foram cinco horas ou quinze anos.

Outro dia li algo interessante, enviado por um funcionário da Volvo na Suécia. Ele disse que as pessoas que chegam cedo ao estacionamento da empresa, estacionam o carro longe da porta de entrada e andam muito para chegar lá. Eles fazem isso porque os colegas que chegarão mais tarde, provavelmente necessitarão das vagas mais próximas, já que estarão atrasados. Interessante ponto de vista.

“Fast food”, “fast shop”, produzir resultados rapidamente, prazeres imediatos, “vamos logo que estou com pressa, não tenho tempo para isso, não tenho tempo para perder”. Esta é a linguagem com a qual estamos acostumados. Pois já ouvi falar em “Slow food”, um conceito onde comer devagar é o que conta, curtindo a família e os amigos (as nutricionistas agradecem, já que mastigar 25 vezes cada garfada ajuda o cérebro a dizer ao seu estômago que você está satisfeito).

Também já ouvi falar na nova cultura do “slow down”, onde a pressa é inimiga da perfeição e devagar se vai longe. Interessante como as pessoas que planejam têm melhores resultados do que as afobadas, que querem tudo para ontem. Interessante como quem come devagar, apreciando o sabor dos alimentos, parece comer menos e ter mais longevidade do que os glutões de plantão.

Você tem tempo para os seus filhos? Para os seus projetos? Para os prazeres da vida, para aquilo que te dá alegria? Para escrever tudo o que quer deixar de legado para quem você ama? Sim, porque você deve ter uma teoria sobre a vida. Já escreveu? Você tem tempo para deitar e não fazer nada, só pensar no planeta, em você, na teoria do big bang? Engraçado como nós só nos espreguiçamos quando somos bebês. É uma delícia ver aquelas coisinhas fofas na maior “esticação” quando acordam. E os animais? Até os pássaros se espreguiçam para iniciar o dia. Porque eles têm tempo. Nós não. Leu até aqui? Bom sinal!

Sobre Tália Jaoui:
Tália Jaoui é palestrante na área comportamental, coach, possui formação em educação física, psicologia e especialização em PNL (Programação Neurolinguística); e é também autora do livro -“Cogito Ergo Sum – Penso, logo existo”, com 44 crônicas redigidas a partir da observação de fatos e comportamentos de pessoas do mundo inteiro. Hoje, além de ser diretora da Dhuma – Desenvolvimento Humano, Tália também realiza coaching, palestras e cursos fazendo uma curiosa relação entre condicionamento físico e mental. Todo trabalho desenvolvido por ela é baseado em quatro pilares: comportamento humano, comunicação, qualidade de vida e evolução. Com temas cotidianos e abordados com facilidade e de forma didática, Tália Jaoui garante - “Mudamos o comportamento de sua empresa”. www.taliajaoui.com.br

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terça-feira, 29 de novembro de 2011

O outro lado do Natal por Alexandre Bez

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O outro lado do Natal: a  importância da presença dos sentimentos nas comemorações de fim do ano

* Por Alexandre Bez – Psicólogo e Escritor

Na tradicional época das festas natalinas e de fim de ano em geral, ressalta-se a importância da valorização dos verdadeiros sentimentos. No entanto, esses devem ser corretamente direcionados às pessoas que nos proporcionam alegria e bem estar relacional.

Vamos colocar um pouco de lado certas atitudes inerentes a época, como o lucro obtido através do comércio e a venda dos produtos, e nos voltarmos a união humana. Ato este, que parece diminuir consideravelmente com o passar dos anos, onde essa relação, que supostamente deveria abrigar carinho e ternura, está sendo substituída gradativamente pelas "lembrancinhas nada econômicas". Esses ingredientes denotam a “confortável especificidade relacional”, trazendo à tona os principais vilões presentes nessa época do ano, que são a depressão e ansiedade.

Segundo Bez, “o ato de englobar pessoas corretas em nossas vidas nessa época faz-se necessário à natureza humana e é também extremamente útil. A escolha certa é uma injeção de alento à alma psicológica. Nessa hora a quantidade de pessoas ou o valor dos presentes trocados não é o mais importante e sim a vontade de estar junto somado ao envolvimento emocional. São elementos ‘do bem’  para o nosso cérebro”, finaliza.

Por isso, a presença daqueles que amamos verdadeiramente é tão especial. Para isso temos que ter o discernimento de que um mero conhecido, muitas vezes não é amigo verdadeiro. Compreender que mesmo os amigos, assim como todas as relações, não conseguem manter um caráter homogêneo de perfeição. Essa época deve ser dividida com pessoas que nos remetam sentimentos de felicidade, prazer e conforto emocional, encontrado na maioria das vezes entre os entes familiares e amigos de longa data.

Dicas para curtir melhor as festividades:

1)  Compartilhar as emoções do momento com os amigos e familiares. São permitidas também duas comemorações em datas diferentes, por motivo de agenda e condições de reunir todos em um só lugar.

 2)  Participar ativamente das comemorações natalinas, afastando a depressão e ansiedade específicos para essa data.

 3)  Não “neurotizar” quanto as gorduras ingeridas a mais. Cheque antes a permissão e as condições de seu estado físico para isso, até porque você terá muitos meses para perder as calorias adquiridas.

 4)  Policie-se na quantidade de álcool ingerido. Essa substância além de ser mais muito mais destrutiva que as iguarias natalinas, é também mais engordativa.  Adquira uma postura severa: se beber não dirija jamais.

 5)  Faça uma varredura nos relacionamentos em geral, eliminando as relações tóxicas e maléficas em sua vida, por mais incômodo que possa ser.

 6)  Execute um planejamento de ordem pessoal e profissional, abordando todos os pontos que forem inerentes as suas necessidades. Essa ação é extremamente eficiente para combater e administrar a ansiedade que aparece nessa época, em relação as perspectivas futuras.

Alexandre Bez - Créditos Odílio Ferraz
* Alexandre Bez, Psicólogo Especializado em Relacionamentos pela Universidade de Miami e Síndrome do Pânico pela UCLA. acaba de lançar seu primeiro romance psicológico INVEJA – O Inimigo Oculto (Editora Juruá).
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